Você pode ter direito

Está grávida e está sem emprego?

Mesmo sem estar trabalhando agora, você pode ter direito ao Salário-Maternidade do INSS.

Antes de pensar que não tem direito, vale a pena olhar sua situação.

O atendimento é administrativo. Não existe garantia de aprovação.
🤰🏻

Não deixe para descobrir depois.

Entenda sua situação antes do bebê nascer.

Se você ainda está grávida

Vale a pena olhar isso antes do bebê nascer.

Não espere o bebê nascer para começar a procurar informações.

Dependendo da sua história de trabalho e das contribuições para o INSS, pode existir algo que precisa ser verificado agora.

“Mas eu estou desempregada. Será que tenho direito?”

É justamente isso que precisamos verificar. Cada pessoa tem uma história diferente.

Quero verificar
Pode ser o seu caso

Isso pode ser para mim?

Talvez você tenha direito mesmo achando que não. Vale a pena verificar se você se encaixa em alguma destas situações:

🤰

Estou grávida e desempregada

Hoje você não está trabalhando, mas já trabalhou ou já pagou o INSS.

💼

Já trabalhei com carteira

Você já teve emprego registrado, mas saiu do trabalho há algum tempo.

📄

Fui mandada embora

Perdeu o emprego e agora está grávida.

❓

Não sei se já paguei o INSS

Não sabe se tem direito ou não entende como essas regras funcionam.

Não encontrou sua situação aqui? Mesmo assim, pode valer a pena perguntar.

Quero perguntar
Pode fazer diferença

Um dinheiro que pode ajudar justamente quando o bebê chega.

O Salário-Maternidade normalmente é pago durante 120 dias, aproximadamente quatro meses.

Em 2026, o salário mínimo é de R$ 1.621.

Se uma pessoa receber o benefício no valor do salário mínimo durante os 120 dias, o total de referência seria de R$ 6.484.

Esse valor é apenas um exemplo. O valor que cada pessoa pode receber depende da sua situação e das regras do INSS.

Exemplo no salário mínimo de 2026 R$ 6.484

4 meses × R$ 1.621

Não significa que esse será o valor recebido por todas as pessoas.

Entenda

Está sem emprego? Você ainda pode ter direito.

Mesmo que você esteja desempregada, pode ser que ainda tenha direito ao Salário-Maternidade do INSS.

Para saber, precisamos olhar quando você trabalhou e se já pagou o INSS.

Por isso, não pense logo: “Eu não tenho direito.”

Primeiro, vale a pena verificar.

Podemos ajudar você a organizar:

✓ Quando você trabalhou.
✓ Se já teve carteira assinada.
✓ Se já pagou o INSS.
✓ Quais documentos podem ser necessários.
✓ O que fazer depois.
É simples

Como podemos ajudar?

Você não precisa entender de INSS. Basta contar sua situação.

1

Você conta sua história

Diz quando trabalhou, se tinha carteira assinada e outras informações.

2

Organizamos as informações

Ajudamos você a entender o que precisa ser separado e verificado.

3

Você entende o próximo passo

Recebe suporte para saber o que fazer a seguir.

Vamos começar

Quer saber se vale a pena verificar seu caso?

Responda algumas perguntas simples.

Você não precisa saber os nomes das regras ou entender de INSS.

Conte o que você sabe e nós ajudamos a organizar as informações.

Conte um pouco sobre você

É rapidinho.

Não envie fotos de documentos, senha ou informações bancárias por este formulário.
Se preferir

Pode falar direto com a gente.

Se tiver dúvida, mande uma mensagem.

Dúvidas

Algumas perguntas que muita gente faz

Estou desempregada. Posso receber?

Pode ser que sim. Estar desempregada não significa automaticamente que você perdeu o direito. É preciso olhar sua história de trabalho e suas contribuições para o INSS.

Nunca entendi essas coisas do INSS. Posso pedir ajuda?

Sim. Você não precisa conhecer as regras. O objetivo do nosso atendimento é ajudar a organizar as informações e explicar os próximos passos de forma simples.

Quanto posso receber?

O valor depende da situação de cada pessoa. Por isso, não prometemos um valor antes de verificar as informações.

Preciso estar trabalhando para ter direito?

Não necessariamente. Existem situações em que uma pessoa que não está trabalhando pode ter direito. Por isso, vale a pena verificar.

Vocês são advogados?

Não. O serviço é de suporte administrativo. Quando uma situação precisar de orientação jurídica, o ideal é procurar um advogado ou outro profissional habilitado.

Se eu pagar pelo atendimento, o benefício fica garantido?

Não. O pagamento pelo serviço é pelo atendimento administrativo. Quem decide sobre o benefício é o INSS.

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